por Fujiro (1º Lord do Almirantado)
Um dos maiores estrategistas bélicos da antiga União Soviética, conhecido como "O Marechal da Vitória", respeitado dentro e fora de sua nação, responsável por fazer o exército h1tl3rist4 recuar dos subúrbios de Moscou até a rendida Berlim, se apaixonou por uma icônica bebida nada familiar em sua pátria, a Coca-Cola.
Entre abraços e comemorações de desconhecidos soldados quando seus exércitos - futuros inimigos econômicos e ideológicos - se encontraram em uma linha imaginária no centro-leste da Alemanha no ano de 1945, o General Gueorgui Júkov, escolhido a dedo pelo maior líder soviético, Josef Stálin, para aniquilar com as forças n4zi-f4scist4s na Europa oriental, recebeu um troféu de brinde e... brindou! Brindou juntamente com seu aliado de ideal momentâneo e presenteador, Dwight Eisenhower. O presente? Uma bebida! Uma gelada e deliciosa iguaria do mundo capitalista ocidental, a Coca-Cola! Que, de imediato, conquistou o paladar eslavo-soviético do vitorioso general provindo do oriente.
A delícia borbulhante estadunidense poderia causar uma imagem nada agradável em um dos maiores líderes militares soviéticos caso fosse descoberto se deliciando com a "água preta do capitalismo", então, surgiram na época boatos que o general ultra condecorado por seus grandes feitos na maior guerra da história, solicitou a engenheiros químicos do Exército Vermelho que retirassem da bebida de cor caramelo escuro sua tonalidade, a deixando transparente. Assim, caso fosse flagrado degustando uma Coca-Cola da terra do Tio Sam, estando esta na cor transparente poderia passar a imagem que estaria bebendo uma boa e inofensiva vodka russa.
A curiosidade chegou ao então presidente da maior potência do planeta, Harry Truman, que entrou em contato com o gerente máximo da companhia de bebidas americana, que após muitos arranjos, descobriu como fazer uma bebida sem corantes, engarrafando centenas de garrafas transparentes com apenas uma estrela vermelha estampada no casco, enviando muitos engradados até a posse de Júkov.
Não se sabe maiores particularidades do grande estrategista militar e sua paixão por Coca-Cola até seu falecimento em 1974, um ano após a Pepsi ter acesso ao território russo após um acordo no qual os soviéticos venderiam a vodka Stolichnaya no Ocidente. A conclusão é que a também capitalista e rival da bebida símbolo do capitalismo deve também ter sido apreciada pelo militar soviético. Já a Coca-Cola, só entra de vez no mercado russo no ano de 1985, durante a Perestroika, quando os sinais do grande desfalecer da União Soviética já eram muito claros.
O curioso é que, ao longo da Segunda Grande Guerra, como no posterior na Guerra Fria, entre vitórias e derrotas... em 1945 após os fronts aliados se encontrarem próximo a Berlim, os generais de mais alta patente, representantes maiores dos aliados: Júkov (ou Zhukov) representante máximo do exército de terra do Exército Vermelho, Dwight Eisenhower dos EUA e Bernard Montgomery, do Reino Unido, celebraram a vitória e intensificaram as buscas pelos grandes cientistas e membros do alto escalão da Alemanha n4zist4, através de seus pelotões especializados.
Entre esses três grandes generais, dois deles comemoravam ◊ em seus ideais que se engatinhavam em um novo front ideológico que atingiria o mundo — a queda de uma tirania e também o início de uma nova "guerra". Mas, enquanto um ostentava por ter chegado primeiro até Berlim, vencido H1tl3r e todo seu exército de maneira implacável, o outro se vangloriava de estar conquistando seu novo adversário com uma deliciosa e capitalista Coca-Cola.