A nova corrida espacial


   “Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”.
 - Neil Armstrong, astronauta

   
Há 50 anos, no dia 20 de julho de 1969, a nave da missão Apollo 11 pousou na Lua, marcando os EUA como o primeiro, e único país a levar o homem à lua. 


    Diferente das décadas de 50 e 60, onde a humanidade viu a corrida espacial polarizada entre as duas super potências ( EUA e URSS ), o que vemos hoje são as empresas privadas tomando as rédeas da nova era da exploração espacial. 

  Em 22 de dezembro de 2015, a SpaceX, empresa fundada pelo bilionário Norte americano, Elon Musk, abriu um novo capítulo na exploração espacial. Um foguete partiu da terra, lançou 11 pequenos satélites na órbita terrestre, voltou e aterrissou na posição em que foi lançado. pode parecer pouca coisa, mas esse "simples" processo resultou em uma economia de US$ 90 milhões.




   Mas as façanhas da SpaceX não param por ai. Elon Musk e Jim Bridenstine, administrador da Nasa, anunciaram que em 2020, astronautas chegarão ao espaço pelo primeiro voo comercial, segundo os executivos, a cápsula da SpaceX está quase pronta para ser operada e só depende dos testes que serão feitos no fim de 2019.






   Nem só de SpaceX vive essa nova corrida espacial. A Blue Origin, empresa fundada por Jeff Bezos, segue de perto na corrida por esse setor, um dos principais planos da empresa, é o turismo espacial de baixa órbita. Sua principal concorrente, é a empresa Virgian Galactic, de propriedade do bilionário britânico, Richard Branson. Por enquanto, não existe nenhuma previsão de quando as primeiras viagens serão abertas ao público.






   Apesar dos bilionários, Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson dominarem a emergente indústria de voos espaciais comerciais, eles tem concorrentes fortes vindo de terras asiáticas. Os chineses podem atrapalhar muito os planos do trio, em 2014, o presidente Xin Jinping diminuiu o monopólio estatal em lançamentos espaciais e alimentou a formação de pequenas empresas nacionais dispostas a desafiar, SpaceX, Blue Origin e a Virgian Galactic, as empresas chinesas estão recebendo dinheiro de fundos que podem acumular, até US$ 8 bilhões em investimentos, perdendo apenas para os EUA.