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Bolsonaro desautoriza ministro e rejeita vacina chinesa

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desautorizou a compra da vacina que está sendo desenvolvida pela China para combater o Coronavírus pelo governo brasileiro. A ordem veio um dia após o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, anunciar que a vacina, que está sendo desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, será a brasileira. 

De acordo com a Folha de S.Paulo, Bolsonaro já sabia sobre a compra da vacina chinesa, mas voltou atrás após ser duramente pressionado por apoiadores nas redes sociais. Ele respondeu a um comentário de um eleitor pedindo a saída do ministro do cargo, afirmando que ele estaria sendo "cabo eleitoral de João Dória (PSDB)", governador de São Paulo.

O papa é pop

Humberto Gessinger escreveu a música O Papa é Pop há 30 anos em referência a João Paulo II, mas a música cabe direitinho para o atual pontífice, Francisco. Ele voltou a ser notícia ao longo de toda essa quarta-feira depois de apoiar publicamente a união civil de homossexuais, declaração considerada um marco para a história da Igreja Católica.


"As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso [...] O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados. Eu defendi isso", afirmou o líder máximo do Cristianismo no mundo.

Morte inesperada

Um dos voluntários brasileiros que participavam dos testes para a vacina de Oxford faleceu nesta quarta-feira (21), de acordo com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Houve, durante todo o dia, a expectativa para saber se ele recebeu a vacina ou placebo, sendo confirmada a última opção no final da tarde.

Novo nome no STF

Foi aprovada nesta quarta-feira (21) pelo Senado Federal a nomeação do desembargador Kassio Nunes Marques para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Agora, o presidente Jair Bolsonaro, que o indicou, deve ser notificado dessa decisão para, posteriormente, sua nomeação ser publicada no Diário Oficial da União.